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SUMMARY:Lançamento: Dossiê "Violências\, sociabilidades e resistências nas margens das cidades brasileiras"
DESCRIPTION:O Coletivo de pesquisa sobre violências\, sociabilidades e mobilidades urbanas (BONDE/IESP-UERJ) convida para o lançamento dossiê Violências\, sociabilidades e resistências nas margens das cidades brasileiras\, publicado pela Revista Teoria e Cultura.  \n  \n \nO evento online contará com a participação de autoras e autores dos artigos contidos na publicação\, debatendo seus trabalhos e os temas abordados no conjunto da obra\, em transmissão ao vivo pelo canal do IESP-UERJ no YouTube. \n  \nOrganizado pela Prof. Palloma Valle Menezes\, coordenadora do BONDE\, com Rachel Barros (Cidades-UERJ) e Marcelo Campos (PPGCSo-UFJF)\, o dossiê debate como violências e resistências relacionadas aos conflitos urbanos multiplicaram-se e diversificaram-se no Brasil nos últimos anos. Os textos selecionados retomam debates propostos por pesquisas pioneiras que relacionam violência\, sociedade civil e movimentos sociais. Além disso\, dialogam com literaturas mais recentes que analisam a violência urbana brasileira e seus impactos\, enfatizando as dimensões territorial\, criminal\, estatal\, infraestrutural\, étnico-racial\, interseccional\, geracional e/ou religiosa desse fenômeno.  \nLeia a Revista Teoria e Cultura v. 19 n. 1 completa
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SUMMARY:"Combatendo o Genocídio Reprodutivo em Gaza"\, por Sarah Ihmoud
DESCRIPTION:A rede The Feminist Cities CoLab convida para a apresentação da palestra Combatendo o Genocídio Reprodutivo em Gaza: Testemunhos de Mulheres Palestinas\, ministrada pela Prof. Sarah Ihmoud (College of The Holy Cross) na Sala Olavo Brasil. \n \n  \nSobre a palestra:\nEsta palestra explora as formas como as mulheres palestinas experienciam e narram o genocídio em curso em Gaza. A partir dos testemunhos de mulheres\, Sarah Ihmoud teoriza essa matriz de violência colonial de gênero como Ibaada — palavra árabe que significa aniquilação\, referindo-se à aniquilação do coletivo palestino. Ibaada nomeia o extermínio do povo palestino como o imperativo central do colonialismo sionista\, em Gaza e além\, ao mesmo tempo em que o entende como uma infraestrutura dinâmica e multifacetada de múltiplas e interseccionadas formas de violência de gênero. As histórias das mulheres palestinas destacam a inflição calculada de múltiplas e interseccionadas formas de terror físico e psicológico\, dor\, sofrimento e complexas formas de perda sobre o corpo e o coletivo palestino de gênero\, entrelaçadas com desumanização\, desapropriação territorial e adestruição das formas indígenas de ser no mundo. \nEla argumenta que o projeto genocida de Israel\, agora hipervisível na intensificação da guerra contra a Faixa de Gaza ocupada e sitiada\, mas também se desenrolando ao longo dos últimos 76 anos em todo o território palestino ocupado\, deve ser compreendido centralmente como uma tentativa de impedir a reprodução das gerações presentes e futuras de vidas palestinas. Em meio a este pano defundo de luto e perda\, as histórias das mulheres palestinas narram um vocabulário coletivamente forjado de sobrevivência que contesta o genocídio reprodutivo e desafia as estruturas e discursos coloniais\, incluindo os feminismos ocidentais hegemônicos\, que tornam invisíveis as experiências coletivas das mulheres palestinas. \n  \nSobre a palestrante convidada:\nDoutora pelo Departamento de Antropologia da College of Liberal Arts na University of Texas at Austin (EUA)\, Sarah Ihmoud é antropóloga socio-cultural e professora do Departamento de Sociologia e Antropologia da College of The Holy Cross (EUA). É autora dos artigos Palestinian feminism: Analytics\, Praxes and Decolonial Futures (Feminist Anthropology Vol. 3\, n. 2; 2022) e Decolonizing “Peace’: Notes Towards a Palestinian Feminist Critique (Peace Policy\, Solutions to Violent Conflict n. 51\, 2022) e coautora de A Poetics of Living Rebellion: Sociocultural Anthropology in 2021 (American Anthropologist Vol 124\, n. 4; 2022)\, entre outras publicações.  Sua pesquisa se dedica aos campos da intersecção entre o feminismo transnacional\, teoria de mulheres de cor\, feminismos indígena e decolonial\, teoria crítica racial\, carceralidade e estudos do Oriente Médio e de Árabes Americanos.
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