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SUMMARY:Justiça Climática ou Colonialismo Verde?
DESCRIPTION:O Núcleo de Estudos de Teoria Social e América Latina do IESP-UERJ (NETSAL)\, em parceria com o Observatório de Geopolítica e Transições Ecossociais (GeoECOS)\, o Pacto Ecosocial del Sur e o Transnational Institute (TNI)\, convida para o debate Justiça Climática ou Colonialismo Verde?. Promovido em antecipação da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30)\, o evento celebra o lançamento dos dois volumes da Coleção Colonialismo Verde\, editada pela Editora Elefante: Geopolítica e transições ecossociais\, organizado por Miriam Lang (Universidad Andina Simón Bolívar)\, Mary Ann Manahan (CRG/Universidade de Gante) e Breno Bringel\, e Justiça energética e climática nos países árabes\, organizado por Hamza Hamouchene (TNI) e Katie Sandwell (TNI). A organização do lançamento conta ainda com a colaboração da Editora Elefante e da Fundação Rosa Luxemburgo. \n \nOferecida de modo presencial na Sala Olavo Brasil\, a mesa conta com apresentação do Prof. Bringel e de Hamza Hamouchene\, e com intervenções de Camila Moreno (Carta de Belém)\, Fabrina Pontes Furtado (CPDA-UFRRJ)\, Paulo Petersen (AS-PTA)\, Julio Holanda (IPPUR-UFRJ)\, Carmen Castro (PACS) e Gabriela Sarmet (cosmpolíticas). \n  \n \nComo vinho velho em garrafas novas\, a retórica de mercados de carbono\, crescimento verde\, soluções baseadas na natureza e energias renováveis encobre uma lógica bem conhecida: extrativismo\, pilhagem\, desigualdade\, empobrecimento\, expropriação. Neste livro\, vozes proeminentes da pesquisa e do ativismo do Sul Global combatem a hipocrisia dos “Novos Pactos Verdes” do Norte\, que\, travestidos de sustentáveis e ecológicos\, não fazem senão repetir os mesmos métodos de apropriação\, crescimento ilimitado e colonialidade do poder. Além de explicitar as assimetrias globais dessa nova faceta “verde” do capitalismo\, estas páginas indicam caminhos para uma transição ecossocial verdadeiramente justa\, que desmantele as relações extrativistas e coloniais rumo a um futuro anticapitalista e pluriversal. \nA publicação pode ser adquirida na página oficial da editora.\n  \n  \n \nO colapso climático já é visível na região árabe\, com secas\, incêndios\, ondas de calor e enchentes. Uma necessária transição “verde” exigirá o reconhecimento não apenas da responsabilidade histórica do Ocidente industrializado frente ao aquecimento global\, mas também do papel dos países emergentes na perpetuação dessa ordem econômica destrutiva. Obviamente\, o fardo das “soluções” para a crise não deve ser carregado pelo Sul Global\, que\, além de ter sido espoliado pela contínua colonização\, vem sofrendo de maneira desproporcional os efeitos das mudanças climáticas. A transição justa demanda uma ruptura com os “negócios de sempre”\, que protegem as corporações e os regimes autoritários\, e exige a adoção de um processo radical de transformação. Não haverá justiça numa economia “verde” sem democracia e autodeterminação energética. \nA publicação pode ser adquirida na página oficial da editora.\n  \n 
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