«Sob Ernesto, função do Itamaraty foi inflamar bases do bolsonarismo, vendo no conflito uma virtude» matéria com Letícia Pinheiro e Carlos Milani

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Colaboraram em matéria publicada em março no jornal O Globo, os professores do IESP-UERJ Letícia Pinheiro, coordenadora do Núcleo de Estudos Agenda e Atores de Política Externa (NEAAPE), e Carlos Milani, coordenador do Laboratório de Análise Política Mundial (Labmundo). O texto traz algumas análises da passagem do ex-chanceler Ernesto Araujo pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

 

— Todos os seus gestos e decisões foram tomados muito em consonância com o próprio governo. Aquilo que julgamos como danos quase irreparáveis à política externa brasileira, em áreas como ambientalismo, direitos humanos, saúde global, relações bilaterais, são decisões do chanceler que foram aplaudidas por Bolsonaro e bolsonaristas. Não é por nada disso que ele caiu, mas em função do elemento estrutural da tragédia da pandemia — disse Carlos Milani, professor de Relações Internacionais do Iesp/UERJ.

 

Leia a íntegra da matéria na página do Globo.

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